Uma plataforma única para triagem Manchester, PEP, laboratório, farmácia, internação, cirurgia e faturamento — integrada ao RNDS e assinatura digital ICP-Brasil. Sem papel. Sem retrabalho. Sem glosas evitáveis.
Letra ilegível, informação perdida, alergia não consultada. A ilegibilidade de prescrições causa mais de 7.000 mortes/ano no Brasil por erros de medicação evitáveis.
Procedimentos sem código SIGTAP, AIH com campo vazio, BPA fora do prazo. Até 15% da receita SUS é glosada por problemas de registro que um sistema correto preveniria.
Paciente vermelho esperando atrás de paciente verde. Sem triagem estruturada, o hospital não sabe quem é urgente — e o tempo corre contra.
Cada etapa gera dado estruturado. Nenhuma informação se perde entre setores.
Retirada de senha no totem, check-in de agendamento ou walk-in. Paciente chamado pelo nome com voz natural (TTS).
Fila priorizada com cores e tempo de espera. Busca automática de paciente via CADSUS / CNS. Cadastro guiado com validação CPF.
Sinais vitais, queixa principal, classificação automática: Vermelho → Laranja → Amarelo → Verde → Azul.
PEP com evolução SOAP, alerta de alergias, CID-10, hipóteses diagnósticas e solicitação de exames direto da tela.
Assinatura ICP-Brasil ou Gov.Br. QR Code público. Verificação de alergias automática. Sem receitas falsificadas.
Solicitação do PEP, coleta pelo técnico, resultado notificado ao médico em tempo real. Alerta de valores críticos com badge pulsante.
Leitos de observação com timer de 6h. Mapa de leitos em tempo real: livre (verde), ocupado (vermelho), bloqueado (cinza).
AIH, BPA e TISS gerados automaticamente dos atendimentos. Conta hospitalar completa. Tabela SIGTAP integrada. Menos glosas.
Apenas pacientes triados aparecem na fila médica. Urgências no topo. Alertas de resultado crítico aparecem sobre qualquer tela.
Paciente vermelho entra na frente, sempre. O sistema não deixa a triagem ser ignorada.
Resultado de exame, valor crítico, ECG pronto: o médico é notificado na tela em segundos, sem F5.
Se o médico prescrever um medicamento para o qual o paciente tem alergia registrada, um alerta imediato bloqueia a ação.
Evolução clínica com campos guiados: Subjetivo, Objetivo, Avaliação e Plano. Diagnóstico com busca CID-10.
Cada procedimento realizado já está registrado no sistema. O faturamento é construído ao longo do atendimento — não no dia do envio.
Medicamentos, procedimentos e diárias vão direto para a conta hospitalar conforme são realizados.
Exportação nos padrões do Ministério da Saúde e ANS. Validação de campos obrigatórios antes do envio.
Todos os procedimentos com código correto. Sem digitação manual de TUSS. Atualização automática.
Envio de sumário de alta, vacinas e exames ao Ministério da Saúde sem ação manual da equipe.
Nenhum dado redigitado entre sistemas diferentes. Cada módulo alimenta o próximo automaticamente.
Guichê com totem, anúncio por voz TTS, painel de chamada em TV.
Protocolo completo com fluxogramas e discriminadores. Classificação em segundos.
SOAP, CID-10, hipóteses diagnósticas, histórico, alergias, antecedentes.
ICP-Brasil, Gov.Br, verificação de alergia, QR Code público, cópia por WhatsApp.
Solicitação, coleta, resultado com interpretação. Alerta de valor crítico em tempo real.
Mapa visual, internação, transferências, alta, alta a pedido com responsabilidade.
Agendamento, sala operatória, tipo de anestesia, TUSS, status em tempo real.
Administração de medicamentos, horários, balanço hídrico, controle de soros.
AIH, BPA, TISS, SIGTAP, conta hospitalar automática, glosa reduzida.
Envio automático ao Ministério da Saúde. Busca de paciente por CNS.
SLA Manchester, produtividade médica, ocupação, tempo de espera, receita.
Voz natural HD em português. Paciente chamado pelo nome. Humanização comprovada.
Controle granular por papel. Autenticação em dois fatores. Audit trail completo.
ICP-Brasil e Gov.Br. Validade jurídica plena. Sem certificado físico obrigatório.
Múltiplas unidades isoladas num mesmo sistema. Cada uma com sua base de dados.
Um hospital gera em média 120 pontos de decisão clínica por paciente internado. Sem sistema, cada um depende de memória humana e papéis que se perdem. Com o MedCore, esses pontos viram dados rastreados, auditados e disponíveis para toda a equipe — em tempo real.Conceito fundador do MedCore HIS Gestão hospitalar baseada em dados, não em papel
| Funcionalidade | ✦ MedCore HIS | Sistema Tradicional |
|---|---|---|
| PEP + Triagem Manchester integrados | ✓ Incluído | – Módulo separado |
| Assinatura digital ICP-Brasil + Gov.Br | ✓ Incluído | – Integração paga extra |
| Integração RNDS automática | ✓ Incluído | – Projeto separado |
| Anúncio de senha por voz com nome | ✓ Incluído | – Não disponível |
| Multi-tenant (múltiplas unidades) | ✓ Nativo | – Requer instâncias separadas |
| Auditoria imutável (SHA-256) | ✓ Incluído | – Log simples, sem hash |
| Alerta de alergia na prescrição | ✓ Automático | – Manual ou não existe |
| Alertas de resultado crítico em tempo real | ✓ WebSocket (Reverb) | – E-mail com delay |
| 100% web, sem instalação | ✓ Qualquer dispositivo | – Instalação Windows obrigatória |
| Acesso por papel (RBAC granular) | ✓ Por role e módulo | – Por usuário manual |
O sistema paga a conta com o que evita — não só com o que entrega.
Procedimentos faturados com código correto, campos obrigatórios validados antes do envio. A conta hospitalar é construída durante o atendimento — não às pressas no final do mês.
Classificação automática pelo protocolo Manchester. Paciente vermelho sobe imediatamente. Enfermeiro digita os sinais vitais e o sistema decide — sem discussão de fila.
Toda ação registrada: quem prescreveu, quem administrou, quem alterou, de qual IP, em qual data e hora. Auditoria com hash SHA-256. Prova em processos judiciais e CFM.
Cada funcionalidade projetada com os requisitos legais e normativos do setor de saúde brasileiro.
Consentimento do paciente, criptografia de dados sensíveis, anonimização, direito ao esquecimento e controle de acesso granular por papel de usuário.
Prontuário conforme resolução do Conselho Federal de Medicina. Assinatura digital com validade jurídica. Numeração única de prontuário por unidade.
Requisitos da Sociedade Brasileira de Informática em Saúde. MFA obrigatório, trilha de auditoria SHA-256 e controle de integridade dos registros.
AIH, BPA e TISS nos padrões do Ministério da Saúde. Tabela SIGTAP integrada. Validação antes do envio para reduzir glosas.
Envio automático de sumário de alta, imunizações e resultados de exame ao Ministério da Saúde. Facilita habilitação e avaliação ministerial.
Desenvolvimento seguindo OWASP Top 10. TLS/HTTPS obrigatório, cabeçalhos de segurança, CORS configurado, proteção contra SQL injection e XSS.
O MedCore é 100% web e requer conexão com a internet para funcionar. Isso garante que todos os dispositivos sempre acessem a mesma base de dados atualizada em tempo real — sem versões desincronizadas ou dados duplicados. A infraestrutura pode ser hospedada em nuvem pública ou em servidor local da unidade (on-premise), dependendo da política da instituição.
A arquitetura multi-tenant do MedCore suporta múltiplas unidades num mesmo servidor. Cada unidade tem sua base de dados isolada — nenhum paciente de uma unidade aparece na outra. A gestão central pode visualizar indicadores consolidados de todas as unidades. Ideal para redes de hospitais, UPAs e AMAEs de uma mesma secretaria municipal ou estadual.
Sim. A assinatura digital integrada utiliza certificado ICP-Brasil (padrão A1/A3) ou autenticação Gov.Br, conferindo validade jurídica plena conforme a MP 2.200-2/2001. As evoluções clínicas assinadas são imutáveis — qualquer tentativa de alteração é detectada pelo hash SHA-256. O sistema está em conformidade com a Resolução CFM 2.299/2021 sobre prontuário eletrônico.
A migração é feita de forma planejada, em fases. Na primeira fase, os dois sistemas operam em paralelo. O histórico de pacientes existentes é importado via arquivo estruturado (CSV/XML) ou integração direta com o sistema anterior. A equipe clínica é treinada antes do corte definitivo. O processo é customizado para o porte e contexto de cada hospital.
Sim. O módulo de faturamento suporta simultaneamente SUS (AIH, BPA) e convênios privados (guia TISS, autorização prévia). O convênio é selecionado no cadastro do atendimento, e o faturamento segue as regras específicas de cada origem. Hospitais mistos (SUS + convênio) são o caso de uso principal.
Agende uma demonstração personalizada e veja o fluxo completo — da triagem Manchester ao faturamento SUS — rodando em tempo real. Sem apresentação genérica. Sem promessa vazia.